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Zacarias Gama

Professor associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro / Faculdade de Educação. Concluiu o estágio de Pós-doutoramento na Universidade de Lisboa (Instituto de Educação), doutorou-se em Educação pela UFRJ em 2002 e o Mestrado em Educação foi concluído na PUC – Rio em 1993. Chefiou o Departamento de Estudos em Políticas Públicas, Avaliação e Gestão da Faculdade de Educação. Integra o quadro de PROCIENTISTAS da UERJ. Atualmente está voltado para comparar processo de avaliação institucional em universidades do Brasil, Argentina e Portugal.

Resumo

A crise estrutural do capitalismo, em processo desde os anos 1970, vem provocando diversas transformações societárias, seja no perfil demográfico das populações, no processo de urbanização, nas atividades de serviço, seja na educação formal e na comunicação social, conforme análises de Paulo Netto (2012). No presente trabalho, no entanto, nos restringiremos à oferta da educação formal como serviço não-exclusivo do Estado, resultante de ações neoliberais do governo FHC que, no âmbito da reforma do Estado brasileiro, contribuíram para o programa de publicização, isto é, de transferência da educação como serviço não-exclusivo do Estado para o setor público não-estatal. Em termos práticos isto se traduziu no crescimento do sistema de ensino superior privado e na atração de grupos de investidores estrangeiros para atuarem em território brasileiro.  
 
Palavras-chave: Crise estrutural do capitalismo, Educação como serviço não-exclusivo do Estado, Educação Superior, Universidades privadas.

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