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Você está aqui: Página Inicial / Revista / Versão impressa / Número 4 - Setembro de 2009 / O combate em torno das versões sobre um episódio da II Guerra Mundial

O combate em torno das versões sobre um episódio da II Guerra Mundial

O artigo levanta questões sobre o retorno da versão nazi-fascista do massacre de Katyn. Por que os princípios básicos de estabelecimento de verdades históricas estão sendo abandonados em nome da construção de uma versão que colaborasse com o esforço dos nazistas de se recuperarem da derrota de Stalingrado? O ponto de partida para a análise é o filme do cineasta polonês Andrzej Wajda.
O combate em torno das versões sobre um episódio da II Guerra Mundial

Todos para o front, todos para a vitória - El Lissitky

 

por Antônio Cícero Cassiano Sousa - Doutor em História, presidente do CEPPES e professor na ETEAB/FAETEC

 

1. O que aconteceu em Katyn?

 

A disputa em torno da interpretação dos fatos e busca da verdade são aspectos recorrentes na atividade do historiador, conquanto a segunda perspectiva tenha sido alvo de ataques recentes que rejeitam a validade dessa busca. As teses do fim da história foram acompanhadas do questionamento do status da própria ciência, portanto, a preocupação com a verdade estaria fora dos horizontes da produção intelectual.

A acusação dos nazistas de que os comunistas teriam incendiado, em 1933, a sede do parlamento alemão – o Reichstag – é um dos casos mais notórios de manipulação: um bode expiatório e a criação de uma onda de terror em torno da “ameaça vermelha”, para justificar a ampliação dos poderes de Hitler, foram suficientes para que, apenas alguns dias depois, os nazistas aumentassem significativamente sua posição nas eleições e aprovassem uma lei que assegurava ao chanceler os poderes de um ditador.

No levante de 1935, no Brasil, os comunistas teriam assassinado seus companheiros de farda que dormiam. Durante os anos da ditadura, a cada novembro, essa versão era repetida nos quartéis e nos pronunciamentos oficiais, sem a mínima preocupação com sua sustentação, mesmo do ponto de vista da lógica mais elementar.

Na crise que levou à queda do governo de Nicolae Ceauscescu, em 1989, na Romênia, os monopólios da comunicação criaram o massacre de Timisoara. Para tal, foram usados corpos de indigentes, a fim de montar a farsa dos crimes atribuídos ao governo.

Na produção do conhecimento histórico, deve-se atentar para o aspecto particular das fontes, em razão da possibilidade de sua falsificação e da leitura de seu conteúdo. De forma mais determinante, deve-se ter em mente que o resultado reflete determinados interesses de classe. Quanto ao primeiro aspecto, o trabalho do historiador deve cercar-se dos instrumentais da crítica externa dos documentos, aquela que permite estabelecer sua autenticidade. Por si só, ela é insuficiente para o estabelecimento de uma avaliação criteriosa, pois há documentos autênticos que trazem informações não confiáveis e há documentos não-autênticos com informações dignas de crédito. A crítica interna a complementa, na medida em que permite que se estabeleça a necessária relação de exatidão e sinceridade das informações contidas nas fontes com os fatos:

Recentemente avaliava-se que cerca de metade dos diplomas atribuídos à época merovíngia eram falsificações; que mais de um terço dos que se colocavam sob o nome de Carlos Magno não eram autênticos, o mesmo sucedendo a um décimo dos que parecem ter sido emitidos pela chancelaria de Carlos, o Calvo”. 1

Não vemos nenhuma razão para adotarmos versões ainda não amparadas em tais critérios. É o caso dos acontecimentos de Katyn, tratados no filme de mesmo nome, do cineasta polonês Andrzej Wajda. Ali se pretende apresentar uma versão definitiva dos acontecimentos. No atual estado da questão, isto seria possível?

A história gira em torno do jovem oficial Andrzej (Artur Zmijewski) que, apesar dos pedidos de sua esposa Anna (Maja Ostaszewska), permanece ao lado dos companheiros de exército, prisioneiros de guerra das tropas soviéticas. Os oficiais são mantidos presos e, com o tempo, são levados para a floresta de Katyn, onde são executados.

Desde o fim da União Soviética, em 1991, tem se divulgado, com ênfase crescente, que os soviéticos seriam responsáveis pelo massacre de milhares de poloneses na floresta de Katyn. Quais as provas para esta versão? Uma carta de Laurenti Beria e outra do Politburo soviético ordenando a execução. A outra “evidência” é que as mortes teriam acontecido durante a ocupação soviética (1940) e não um ano depois, como o inquérito soviético apontou, portanto, com a região ocupada pelos nazistas.

O território polonês fora ocupado parte pelo exército fascista alemão, em 1939, dando início à Segunda Guerra Mundial, e parte pelo exército soviético, em seguida, evitando que importantes regiões da Ucrânia e Bielorussia fossem anexadas pelos alemães.

 

2. II Guerra Mundial e Imperialismo

 

Numa definição breve, Lênin diz que o imperialismo é a fase monopolista do capitalismo, assim compreenderia a hegemonia do capital financeiro, resultado do capital bancário associado ao capital das associações monopolistas de industriais. Por outro lado, a partilha do mundo promoveria a transição da política colonial para a política colonial de posse monopolista do planeta. Ampliando a definição, distingue cinco traços fundamentais:

1) a alta concentração da produção e do capital, responsável pelo surgimento dos monopólios; 2) a fusão do capital bancário com o capital industrial, originando o capital financeiro e a oligarquia baseada nesse capital; 3) aumento da importância da exportação de capitais em detrimento da exportação de mercadorias; 4) a formação de associações internacionais monopolistas que partilham o mundo entre si; 5) e o fim da partilha territorial do mundo entre as potências imperialistas, tornando a guerra o meio recorrente para a saída das crises do modo de produção; o autor frisa que novas partilhas podem ocorrer alimentadas pelas rivalidades interimperialistas2.

O livro de Lênin, escrito em 1916, enquanto as potências imperialistas se batiam no campo de batalha, caracteriza a Primeira Guerra Mundial como uma nova partilha do mundo. Ao mesmo tempo, o autor registra a necessidade dos revolucionários perceberem as contradições que se apresentam entre as potências imperialistas – certamente a vitória da revolução bolchevique aponta para esta percepção e oportunidade, habilmente manejada pelos revolucionários russos. Enquanto muitos se engajavam na guerra, outros denunciavam seu verdadeiro caráter e agiam para enfraquecer as oligarquias dominantes.

A Segunda Guerra Mundial foi, no início, uma guerra imperialista por ambas as partes. Os alemães iniciaram o incêndio, mas foram incentivados desde cedo pelos imperialistas ingleses, franceses e norte-americanos, esperançosos de que os agressores avançariam contra a União Soviética. No entanto, os antagonismos entre as potências imperialistas resultaram mais fortes que as contradições entre os países imperialistas e a URSS.

A crise de 1929, além do caráter de superprodução, se entrelaçou com uma profunda crise agrária e o colapso financeiro, condenando mais de cem milhões de trabalhadores e suas famílias à fome e à miséria. Gravemente atingida pela crise, a Alemanha foi presa fácil da demagogia e do terror nazistas.

A União Soviética explora as contradições interimperialistas quando assina, em 23 de agosto de 1939, o Pacto Molotov-Ribbentrop de não-agressão com a Alemanha. No dia 1º de setembro do mesmo ano, a Alemanha invade a Polônia e o Exército Vermelho retoma terras ocidentais da Ucrânia e Bielorussia, ocupadas pela Polônia desde 1920.

Com a invasão da União Soviética, em 1941, e iniciada a resistência ao nazismo, a guerra adquire o caráter de luta antiimperialista – começa a Grande Guerra Patriótica, como os soviéticos denominam a sua luta pela eliminação do invasor estrangeiro. A luta dos chineses contra o Japão tem essa mesma conotação, assim como a resistência dos iugoslavos e outras. No pós-guerra, as lutas de libertação nacional dão continuidade a esse grande movimento histórico que marcou a segunda metade do século XX.

Ao avançarem pelo território soviético, as tropas nazistas passam a controlar a extensa área que inclui a cidade de Smolensk, onde se situa a floresta de Katyn. Ocupada pelos nazistas, a Polônia passa a ter um governo refugiado em Londres e, internamente, a resistência se divide em um grupo ligado ao governo no exílio, e portanto sob o comando da Inglaterra, e outro grupo que se junta às tropas soviéticas.

Os passos da guerra, a libertação da Polônia e o combate em torno da memória do conflito estão marcados por essa importante divisão. Na Polônia, desenvolve-se um emaranhado de conflitos e contradições, revelando tanto as contradições entre o primeiro país socialista e o imperialismo, como as contradições interimperialistas.

No plano mais geral, a oposição entre o socialismo e os países imperialistas que se afastam relativamente do círculo nazi-fascista se manifesta no fato de que os insistentes apelos de Joseph Stalin, governante máximo da URSS no período, para a abertura da segunda frente, não seriam ouvidos até que o cerco de Moscou fosse rompido e Stalingrado liberta, condições para a marcha das tropas soviéticas até Berlim.

A região de Katyn é retomada pelos soviéticos, em setembro de 1943, e a União Soviética denuncia que os nazistas seriam os responsáveis pelo massacre, pois a região estaria em seu poder na época.

 

3. Katyn e o começo do fim do nazi-fascismo

 

Em 23 de junho de 1941, Hitler lançou a ofensiva contra a União Soviética. Os primeiros momentos são marcados por rápidas conquistas alemãs, até chegarem às portas de Moscou. Depois que ficou claro que as tropas fascistas estavam extenuadas pelas constantes batalhas, em 6 de dezembro de 1941, o Exército Vermelho empreendeu uma decidida contra-ofensiva, golpeando o inimigo de forma arrasadora.

A batalha de Stalingrado ocorreu entre 23 de agosto de 1942 e 2 de fevereiro de 1943 e representou um ponto de ruptura na II Guerra Mundial, assinalando uma importante derrota do nazismo. O objetivo do avanço alemão, em direção à região, era ocupar as zonas petrolíferas do Cáucaso, a indústria de Stalingrado e as férteis zonas agrícolas dos rios Don e Kubán. Os defensores de Stalingrado combatem em cada casa com firmeza insuperável. A heróica resistência das tropas regulares soviéticas, dos guerrilheiros e do povo impôs a primeira grande derrota aos nazistas. Em novembro de 1942, o Exército Vermelho inicia a contra-ofensiva e em poucos dias cerca a maior parte das tropas inimigas.

Nesta batalha, desenvolveu-se uma prática de atiradores de tocaia, semelhante ao movimento stakanovista da década de 30, de quebra dos recordes na extração de carvão. Os atiradores procuravam quebrar recordes do número de oficiais nazistas acertados. O filme Circulo de fogo (2001), de Jean-Jacques Annaud, aborda especialmente este aspecto, contando a história de Vassili Zaitsev, que matou 149 oficiais alemães.

Cabe mencionar também a condecoração da Estrela Vermelha, entregue a todo soldado que destruísse um tanque alemão. A 9ª brigada independente antitanque do coronel N. I. Polianski destruiu cerca de 300 tanques. O soldado A. F. Serov, do 636º regimento desta brigada, em um só combate no dia 23 de junho, abateu 11 tanques.

Stalingrado implica falar em heroísmo, não dos tempos épicos ou da tragédia shakespereana, mas do homem novo nascido da experiência socialista. Harold Laski reconhece nos combatentes de Stalingrado altivez e coragem que revelam “uma imperecível tradição do esforço do homem pela emancipação da dupla tirania da Natureza e da autoridade”. Seria improvável que a convicção que unificava o povo soviético pudesse ter origem no capitalismo.3

Os atos heróicos realizados pelos soviéticos, na II Guerra Mundial, devem ser compreendidos como manifestações do homem novo, possível no modo de produção socialista. Este homem torna compatível o desenvolvimento individual e o interesse coletivo, de forma que um novo papel se configura, como afirma Bertolt Brecht: “Não se pode mais entender os acontecimentos decisivos de nossa época do ponto de vista das personalidades individuais e tais acontecimentos não podem mais ser influenciados por personalidades individuais”. 4

Reichstag

Reichstag - Dimitri Baltermants/1945

No dia 13 de abril de 1943, pouco mais de um mês após a vitória soviética em Stalingrado, a rádio alemã anunciava que os cadáveres dos catorze mil e quinhentos poloneses que se tinham rendido aos soviéticos, em setembro de 1939, haviam sido descobertos em fossas da região de Katyn. O ministro da Propaganda nazista, Joseph Goebbels, ordenara que se divulgasse amplamente o caso e um dos cartazes elaborados dizia “Se os russos ganharem a guerra, Katyn por toda parte”. De fato, os soviéticos estavam ganhando a guerra: no dia 2 de fevereiro de 1943, a batalha de Stalingrado terminara com a rendição do comandante Friedrich Paulus.

A rádio alemã acusa o governo soviético e propõe um inquérito internacional. A Cruz Vermelha Internacional é encarregada do caso em Genebra, pelo governo polonês de Londres, mas alerta que não pode começar o inquérito sobre as acusações alemãs sem a anuência do governo soviético. Antes desta recusa ser conhecida, Wladislaw Sikorski, primeiro-ministro do governo polonês no exílio tornou pública a iniciativa de 17 de abril de iniciar a investigação. A seguir, exige que o governo soviético se explique. Stalin ergue um protesto indignado contra esta atitude: “O governo atual da Polônia, que deslizou pela senda dum entendimento com o governo hitleriano, rompeu de fato as relações de aliado para aliado.” Após essa declaração, o Conselho dos Comissários do Povo (Sovnarkom) rompe as relações com o governo de Londres. Winston Churchil também se opôs ao inquérito “pela Cruz Vermelha Internacional ou qualquer outro organismo que se encontrasse em qualquer território em poder dos alemães”, porque seria “uma fraude” e cujas “conclusões seriam obtidas pelo terror”.5

Nesta ocasião, o exército polonês, organizado na URSS, passa para o Irã sob o comando de Churchil, que, conseguindo “a saída da Rússia de um número apreciável de combatentes poloneses com as suas mulheres e filhos”, declara: “Esta feliz migração fez-se aos sobressaltos e eu continuei a organizar e a armar na Pérsia as três divisões comandadas pelo general Anders.” 6 O general Zigmunt Berling recusa-se a acompanhá-lo e forma, no território da União Soviética, a divisão Kosciuszko, para combater na frente contra Hitler.

No verão de 1943, a região de Katyn é retomada pelos soviéticos.

1944 é o início da ofensiva soviética, iniciada quinze dias após o desembarque na Normandia. À medida em que o Exército Vermelho passa a dianteira, desenvolve maior colaboração com o exército polonês. Ao mesmo tempo, avançam as conversações sobre a formação do futuro governo polonês. Respondendo ao apelo de Roosevelt para resolver o caso polaco, Stalin afirma no principio de agosto: “Todo o problema depende primeiramente dos próprios polacos e da aptidão das personalidades do Governo polaco emigrado para colaborarem com o Comitê Polaco de Libertação Nacional, que já está em funções na Polônia.” 7

A insurreição de Varsóvia é um momento de tensão entre as forças aliadas, ela acontece em primeiro de agosto de 1944. Os poloneses, liderados pelo general Bor-Komorowski e apoiados por Churchil e pelo governo no exílio, insistem em lançar-se ao ataque. Os soviéticos argumentavam que era necessário tempo para se proceder a uma nova concentração de forças rumo ao oeste. Mikolajczyk já estivera em Moscou e resistia à formação de um governo que reunisse as forças democráticas. Contrariamente ao que se propagou depois, pára-quedistas soviéticos desceram na região para apoiarem o levante. Assim, comenta Stalin o caso:

Mais tarde, informado com mais pormenores do caso de Varsóvia, cheguei à conclusão de que a operação nesta cidade constituiu uma aventura horrível e insensata que se paga com um grande número de vítimas na população. Isto não teria acontecido se o comando soviético tivesse sido antecipadamente informado e se os Polacos tivessem mantido contacto com ele”.

...

Cedo ou tarde, a verdade será conhecida sobre o punhado de criminosos que, para se apoderarem do poder, desencadearam a aventura de Varsóvia. Estes indivíduos aproveitaram a credulidade dos habitantes de Varsóvia e lançaram um grande número de pessoas quase desarmadas contra os canhões, os aviões e os carros alemães... Não pode haver dúvida de que o Exército Vermelho não poupava os seus esforços para vencer os Alemães diante de Varsóvia e libertar esta cidade para os Polacos. Para os Polacos, será o auxílio mais eficaz e o melhor possível...” 8

O desfecho da insurreição de Varsóvia é dramático: as forças alemãs aniquilam 250.000 homens. Sob a proteção do fogo soviético, vários milhares de soldados conseguem avançar o rio Vistula e refugiar-se entre as tropas soviéticas. Deve-se ainda registrar que participou da insurreição o exército popular polonês independente, de qualquer que fosse sua opinião sobre a oportunidade da iniciativa.

 

Conclusões

 

A lista dos executados em Katyn é um documento “em aberto”. Em 1943, segundo o escritor R. Bezhaneka, Boris Galenza e um colega decidiram testar esta hipótese: procuraram o escritório polonês e apresentaram o nome de Bezhaneka como prisioneiro de guerra soviético. Em breve o nome de R. Bezhaneka apareceu nas listas publicadas das vítimas de Katyn.

O escritor B. Zhuray acredita que as cartas atribuídas aos líderes soviéticos foram colocadas nos arquivos da KGB após a morte de Stalin, em 1953.

Há ainda referências à ordem emanada do grupo Centro do Exército alemão por Franz Staglesckera, dirigida a Reinhard Heydrich, chefe dos Serviços de Segurança, sobre as ações do grupo para o período de agosto a dezembro de 1941 que afirma “... terminadas as principais ordens dadas a minha equipe para limpar os arredores de Smolensk dos inimigos do Reich – os bolcheviques, os judeus e os oficiais poloneses”. 9

Há suficientes indícios de falsificações na versão nazista e da existência de documentos que apontam para sua responsabilidade nos acontecimentos de Katyn. No entanto, no momento, não é possível chegar a resultados mais conclusivos. Assim, histórias, como as que narram o filme Katyn, devem ser vistas como retomada da versão nazista, por décadas desacreditada, mas agora útil como instrumento de obscurecimento da luta anti-nazista e do papel da União Soviética.

1 Jean GLENISSON, Iniciação aos Estudos Históricos, 6ª ed., São Paulo, Bertrand, 1991, p. 171.

2 V. I. Lênin, Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo, in Obras Escolhidas, 3ª ed., São Paulo, Alfa-Ômega, 1986, pp. 641-642.

3 Harold LASKI, Razão, Fé e Civilização, Rio de Janeiro, José Olympio, 1946, pp. 99.

4 Bertolt BRECHT apud Patrice PAVIS, Dicionário de Teatro, São Paulo, Perspectiva, 1999, p. 194.

5 André MAUROIS e Louis ARAGON, História Paralela dos Estados Unidos e da URSS, Lisboa, Europa-América, vol. 8, p. 45.

6 Ibid., p. 45.

7 Ibid., p. 75.

8 Ibid., pp. 76-77.

9 www.katyn.ru, acesso em 19/06/09.



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