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Gaudêncio Frigotto

Possui Bacharelado em Filosofia pela hoje UNIJUI (RS) (1971), Graduação em Pedagogia pela UNIJUI (1973), Mestrado em Administração de Sistemas Educacionais pela Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (1977) e Doutorado em Educação: História, Política, Sociedade pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1983). É Professor adjunto da UERJ, Professor aposentado Titular em Economia Política da Educação da UFF e Pesquisador AI - Sênior do CNPq. Foi membro dos Comitês científicos da área de Educação no CNPq, CAPES e FAPERJ, onde continua como consultor e Coordenador do Grupo CNPQ - Trabalho, História, Educação e Saúde (THESE). É sócio fundador da ANPED e foi membro representante do Brasil no CLACSO, onde fundou e coordenador o GT Trabalho e Exclusão Social. Atualmente é membro do Comitê Acadêmico do Instituto de Pensamiento y Cultura de America Latina (IPECAL) com sede na cidade do México.


Resumo

Capital humano é uma regressão do sentido de ser humano, sociedade, trabalho e de educação. No ideário do neoliberalismo, há uma regressão da regressão. Ou seja, politicamente, se diz com todas as letras: nem todos vão ser incluídos; vão ser incluídos os competentes. O pensamento e as políticas mercantis retornam hoje, mais do que no período pós-guerras e da revolução socialista, quando o Estado assumiu uma política mais universal. Hoje, o Estado é tomado pelo critério privado na educação, na cultura, tudo é tomado pelo mercado praticamente. A lógica mercantil penetra todas as relações sociais e atinge todos os aspectos da vida humana. Torna-se atual o que Marx e Engels assinalavam sobre o estado como um “comitê da burguesia”.

A educação como serviço não-exclusivo do Estado: universidades privadas e grupos de investidores estrangeiros.

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